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Marketing 4.0

Abril 28th, 2017
Marketing 4.00006

O livro Marketing 4.0 é uma atualização dos anteriores livros deste autor que nos transmite as mais atuais mudanças na forma como as organizações devem comunicar com o seu público-alvo.

Autor: Philip Kotler, Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan

Editora: Actual Editora

Índice:

Parte I
1. A transferência de poder para os consumidores conectados
2. Os paradoxos do marketing para os consumidores conectados
3. As subculturas digitais influentes
4. Marketing 4.0 na economia digital

Parte II
5. O novo percurso do consumidor
6. Métricas da produtividade do Marketing
7. Arquétipos e boas práticas dos setores

Parte III
8. Marketing centrado no humano para a atração da marca
9. Marketing de conteúdos para a curiosidade da marca
10. Marketing Omnicanal para o compromisso da marca
11. Marketing de envolvimento para a afinidade da marca

Epílogo: Alcançar o UAU!
 

 

Resumo do Livro:

A conectividade permite às empresas mais pequenas terem mais possibilidade de concorrer com as empresas maiores e até com mais reconhecimento e notoriedade.

As marcas têm que compreender que a experiência de compra está substancialmente alterada porque atualmente o consumidor pesquisa online, complementa com informações offline e esperam que a experiência seja contínua e consistente.

É fundamental segmentar o mercado para que a marca possa selecionar o público alvo com que vai comunicar de forma a permitir a distribuição eficiente dos recursos e um posicionamento mais rigoroso. Mas a segmentação é uma escolha unilateral, pelo que, as comunidades (formadas por consumidores com interesses em comum) são um alvo interessante e é fundamental tentar influenciar o seu comportamento através de Marketing de Permissão.O público, nos estudos de mercado, nem sempre diz o que realmente pensa e está mais à vontade para o fazer perante os seus pares. Saturados de comunicações de marketing, já nem a opinião dos especialistas influênciam os consumidores. Estes, agora, escolhem o produto com base em informações obtidas nos seus círculos sociais (amigos, família, amigos no facebook, etc.).

Dentro do grupo de consumidores, as marcas devem apostar nos jovens, mulheres e net-cidadãos. Os jovens porque são os mais predispostos a experimentar coisas novas, as mulheres porque pesquisam a informação até encontrarem o produto perfeito para as suas necessidades e os net-cidadãos, como contribuintes de conteúdos na internet, são pessoas muitos informadas pela troca de conhecimentos com os seus pares.

As empresas têm que compreender quais são os pontos de contacto com o consumidor ao longo do percurso até à compra e introduzir uma forte diferenciação. Os consumidores começam por conhecer a marca (atenção), e gostam ou não gostam da marca (atitude), decidem se querem comprar (agem), e decidem se marca vale a repetição da compra (volta a agir). Mas nos tempos atuais as empresas devem perceber que, com o fecho de uma venda, dá-se início a uma potencial longa relação, sendo o mais importante obter a advocacia da marca, isto é, a defesa por parte do público (que não é necessariamente comprador) de uma marca. Para tal, os marketeers deveram promover programas de envolvimento do consumidor.

Assim, a relação entre as marcas e o consumidor deve ser deixa de ser vista na vertical, mas sim na horizontal, em que as marcas devem ver o público alvo como seus pares e amigos da marca. Numa época em que o Marketing está centrado no humano, a própria marca deve adotar qualidades humanas (ex. moralidade, emotividade, personalidade, etc.) e devem aportar na publicidade com conteúdos com interesse para o público.

Conclusão, o Marketing Digital não deve substituir o Marketing Tradicional, mas sim aplicar ambos ao longo da relação com o consumidor.  

 

Frases Chave:

“Os consumidores tendem a seguir os seus pares quando decidem que marca escolher…”

“O mercado está a mudar das marcas tradicionais de alto volume para os nichos de baixo volume.”

“As empresas também devem vigiar os concorrentes fora dos seus mercados internos.”

“A maioria pede concelhos a estranhos nas redes sociais e confia mais neles do que na publicidade e nas opiniões dos especialistas.”

“Os consumidores devem ser vistos como pares e amigos da marca.”

“Os consumidores comunicam e conversam entre si sobre as marcas e as empresas.”

“A conectividade é, talvez, o elemento mais importante da mudança na história do marketing.”

“Os marketeers devem certificar-se de que, quando os consumidores pedem a opinião de outros sobre a marca, haja defensores fiéis que inclinem a decisão a favor da marca.”

“Mas aquilo que estas marcas devem almejar ter é a suprema força de vendas: um exército de amantes dispostos a proteger a marca no mundo digital.”

“Quando os jovens aceitam novos produtos, estes chegam normalmente com sucesso ao mercado tradicional.”

“Na verdade, num mundo cada vez mais online, o contacto offline representa uma forte diferenciação.”

“Muitas decisões aparentemente pessoais são essencialmente decisões sociais.”

“O principal objetivo do Marketing 4.0 é levar os consumidores da atenção para advocacia.”

“Felizmente, a tecnologia permitiu que as marcas massificassem a personalização.”

“Os marketeers com uma orientação a longo prazo veem o fecho de uma venda como o início de uma relação potencialmente mais compensadora.”

“Os marketeers devem abraçar ainda mais o poder do marketing centrado no humano.”

 “As marcas estão a adotar cada vez mais qualidades humanas para atraírem os consumidores na era centrada no humano”

“O marketing de conteúdos altera o papel dos marketeers de promotores de marcas para contadores de histórias.”

“Os consumidores saltam de um canal para outro e esperam uma experiência contínua e consistente.”

 

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